domingo, 17 de setembro de 2017

Atividade Descrição Arquivística 2017/2

Durante nossas aulas vimos que somente um arquivo munido de instrumentos de pesquisa estará cumprindo sua função junto à comunidade científica e ao meio social do qual pertence e serve. Assim, a otimização destes instrumentos depende que se saiba como o pesquisador trabalha e que vocabulário usa em sua pesquisa (BELLOTTO, 2006).

Destacamos ainda que os instrumentos de descrição devem ser constantemente qualificados pois é a partir dele que os usuários terão o conhecimento prévio das fontes disponíveis para pesquisa. “Um arquivo sem instrumentos de pesquisa adequado corre o risco de se tornar um verdadeiro mistério para o usuário” (LOPEZ, 2002, p. 13). Sendo assim é importante reconhecermos e identificarmos esses instrumentos e sua disponibilização na internet e pensarmos no processo de difusão dessa informação para o público na rede virtual.

Considerando que os instrumentos de pesquisa são “obras de referência, publicadas ou não, que identifica, localiza, resume ou transcreve, em diferentes graus e amplitudes, fundos, grupos, séries e peças documentais existentes num arquivo permanente, com a finalidade de controle e de acesso ao acervo”. (Dicionário de terminologia arquivística, 1996, p.45) faça a seguinte atividade.

Postar até o dia 20 de setembro de 2017, às 18 horas, as seguintes informações:

a) Nome COMPLETO.
b) Um link de um instrumento de pesquisa on line.
c) Definição do instrumento de pesquisa encontrado (Guia, Inventário, etc) e a referência bibliográfica pesquisada do conceito.

Obs: O aluno deve observar as respostas das postagens anteriores e não pode repetir os instrumentos de pesquisa que já foram citados pelos colegas.

 PRAZO FINAL PARA POSTAGEM: 20/09/2017 até às 18h00m. Após esse prazo as postagens não serão mais consideradas

Valor do Exercício: 0,5 ponto (participação).


INDIVIDUAL!

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Atividade Descrição Arquivística 2017/2

Texto para leitura e estudo dirigido:

CAPÍTULO 3 – O PRÍNCÍPIO DA PROVENIÊNCIA E O FUNDO DE ARQUIVO. In: COUTURE, Carol. ROUSSEAU, Jean-Yves.  Os fundamentos da disciplina arquivística. Tradução de Magda Bigotte de Figueiredo e Pedro Penteado. Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1998.

• O texto está disponibilizado exclusivamente para o uso didático na disciplina de Arranjo e Descrição. Para acessar o texto clique AQUI.


ESTUDO DIRIGIDO

1.    Explique o princípio da proveniência no que diz respeito a sua criação e evolução.

2.    Defina o princípio da proveniência. Explique os dois graus do princípio da proveniência.

3.    Quais as vantagens da aplicação do princípio da proveniência e sua importância para a Arquivologia.

4.    Explique o principio da territorialidade e o princípio da proveniência territorial.

5.     Defina o fundo de arquivo e os critérios para sua existência.

6.    Disserte sobre a seguinte frase: “princípio da proveniência, é mais fácil enunciá-lo do que defini-lo e defini-lo do que aplicá-lo” (Duchein).

VALOR: 1,0 PONTO.

PRAZO: 30/08/2017, às 17:59.

TRABALHO INDIVIDUAL!


POSTAR NOS COMENTÁRIOS: NOME COMPLETO+ESTUDO DIRIGIDO.


Leitura complementar:

DUCHEIN, M. O respeito aos fundos em arquivística: princípios teóricos e problemas práticos. Arquivo & Administração, v. 10-14, n. 2, p. 01-16, 1986. Disponível em: <http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/11453>. Acesso em: 22 Ago. 2017.


Comentário:  Há 40 anos era publicado esse texto clássico da Arquivologia. Nessas quatro décadas a área experimentou diversas indagações e modificações teóricas e práticas. Por isso mesmo, o texto de Duchein continua incontornável. Foi publicado em português na Revista Arquivo & Administração, da Associação dos Arquivistas Brasileiros, em 1986. No momento, há uma versão em português disponível na BRAPCI - Base de Dados em Ciência da Informação https://goo.gl/92DZ54. Provavelmente seja a mesma publicada pela AAB. O original está disponivel em: https://goo.gl/tSZfLr
Prof. José Maria Jardim.

COOK, Terry. O conceito de fundo arquivístico: teoria, descrição e proveniência na era pós-custodial.


Escrito originalmente em 1992 pelo professor e arquivista Terry Cook, a publicação “O Conceito de Fundo Arquivístico: teoria, descrição e proveniência na era pós-custodial”, da Série Publicações Técnicas, nº 59, disponibilizada em versão digital, analisa com rigor o conceito de fundo arquivístico, partindo depois para a construção de uma visão consensual sobre ele. A obra, editada na Supervisão de Editoração e Programação Visual – COPED, do Arquivo Nacional (AN), conforme Programa Editorial da instituição, foi traduzida por Silvia Ninita, do AN, e Vitor Fonseca, da Universidade Federal Fluminense. Disponível em: Arquivo Nacional.

domingo, 2 de abril de 2017

Relatório Final Comissão da Verdade -- UFES

A Comissão da Verdade da Ufes (CVUfes) realizou nesta sexta-feira, 31, a entrega solene do relatório final sobre os fatos ocorridos na Universidade ou que envolveram estudantes, professores e servidores da instituição, durante o período da ditadura militar.

Além do lançamento do relatório impresso, a CVUfes disponibilizou o conteúdo do Relatório Final em formato digital. Para acessar, clique aqui.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Sistema Nacional de Arquivos - SINAR

O art. 26 da Lei nº 8.159/91, não só criou o Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ como institui também o Sistema Nacional de Arquivos - SINAR, cuja competência, organização e funcionamento estão regulamentados pelo Decreto nº 4.073, de 3 de janeiro de 2002.

De acordo com esse dispositivo legal, o SINAR tem por finalidade implementar a política nacional de arquivos públicos e privados, visando à gestão, à preservação, e ao acesso aos documentos de arquivo.
Integram o SINAR, que tem como órgão central o CONARQ:


quarta-feira, 1 de março de 2017

Guia de Fomento da Cultura

Uma questão recorrente entre os artistas e produtores culturais é como e onde captar recursos para tirar o projeto cultural do papel. Pensando nisso, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) acaba de lançar uma plataforma online que reúne fontes de financiamento vindas de instituições públicas federais, estaduais e municipais, instituições privadas espalhadas por todo o território nacional, além de formas de financiamento coletivo.



Para acessar o guia, basta entrar no site



Intitulado como ‘Guia de Fomento e Financiamento da Cultura’, o site é uma espécie de filtro com informações atualizadas sobre editais abertos, de instituições como o Banestes, Banco de desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes), Banco do Brasil, Caixa Cultural, Vale, Instituto Unimed, Itaú Cultural, além de Lei Rouanet de Incentivo à Cultura e Ministério da Cultura, Lei Chico Prego, Lei bananeira entre outras.

Quer investir em um projeto?


Além de informações sobre editais abertos, o Guia de Fomento da Cultura conta com o Guia do Investidor, que tem o objetivo de difundir junto ao empresariado as formas de investimento em cultura, além dos mecanismos de incentivo fiscal disponíveis.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Ferrez em Gigapixel

Os espetaculares registros do Rio de Janeiro feitos por Marc Ferrez no século XIX e início do XX constituem um impressionante documento sobre a cidade. Ruas, personagens, grandes paisagens, nada escapou das lentes do fotógrafo, cujo acervo pertence ao Instituto Moreira Salles. Por isso, a possibilidade de descobrir em cada imagem um detalhe até então impossível de se ver a olho nu significa fazer uma incrível viagem no tempo e na História. É o que o público poderá experimentar no site e no aplicativo do Google Arts & Culture, projeto do Instituto Cultural do Google feito em parceria com diversas instituições ao redor do mundo, que disponibilizará em poucas semanas na plataforma mais 45 fotos de Ferrez – e não apenas do Rio de Janeiro. Elas vão se somar a outras dezenas do fotógrafo já disponibilizadas na coleção pelo IMS, mas com uma grande diferença: estas foram digitalizadas pelo projeto ArtCamera, do Google, que desenvolveu uma câmera de última geração capaz de registrar imagens em gigapixel, compostas por mais de um bilhão de pixels, aumentando incrivelmente sua resolução.

Equipe do Google digitalizando fotografias de Marc Ferrez
O ArtCamera foi projetado inicialmente para digitalizar pinturas. A primeira exceção foi aberta justamente para o acervo fotográfico do IMS, e a primeira obra digitalizada pelo projeto foi uma imagem da Avenida Central, feita por Ferrez em torno de 1910, já disponível no site desde o final de 2013. É possível passear pelos detalhes de toda a imagem e perceber, por exemplo, com impressionante nitidez, no canto direito inferior da fotografia, a expressão de franco entusiasmo e alvoroço de um grupo de rapazes ao ver passar uma jovem com as canelas descobertas. Sem a altíssima resolução, a cena tão simples, mas tão reveladora de uma época seria apenas parte do cenário. Entre as fotos que ainda chegarão à plataforma há uma bela imagem de trabalhadores no terreiro da fazenda Monte Café, em Sapucaia (RJ), poucos anos depois da abolição da escravidão, e outra da construção do Porto de Santos, em 1880.

A captura de cada imagem pode durar entre cinco minutos e uma hora, dependendo do tamanho da obra, explica o fotógrafo Olegário Schmitt, que trabalhou na digitalização dos negativos de vidro de Ferrez. A câmera é acionada e calibrada por softwares desenvolvidos pelo Google. “É como se cada imagem comportasse outras 80 de alta resolução”, diz ele. O foco é garantido por laser e sonar que usam alta freqüência de som para medir a distância em relação à imagem.
 “Apesar da riqueza de detalhes, o time do Google criou um sistema simples de ser utilizado, que permite fotografar pinturas com ultrarresolução em no máximo uma hora”, detalha Liudmila Kobyakova, program manager do Instituto Cultural do Google no Brasil, lembrando que, além do IMS, a ArtCamera foi utilizada por outras instituições no país como Pinacoteca, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu Afro Brasil, Inhotim, Centro Cultural São Paulo, Casa Guilherme de Almeida e o cartunista Ziraldo. 
Porto de Santos, uma das fotos de Marc Ferrez disponíveis em breve em gigapixel 
As fotografias de Ferrez digitalizadas pela ArtCamera só serão integradas à plataforma mais adiante, mas desde o dia 29 de julho quatro novas exposições virtuais se juntaram às outras oito compostas pelo acervo do IMS (totalizando 352 imagens) no Google Arts & Culture. São duas mostras sobre o Corcovado (uma registrando o morro antes e a outra depois da chegada do Cristo Redentor); Modernidades fotográficas (em cartaz no IMS-RJ) e O paço, a praça e o morro, que ocupa o Paço Imperial até o dia 28 de agosto. Um tourvirtual pela exposição Modernidades fotográficas também está disponível no site. No aplicativo do projeto, além do tour virtual pela exposição, há outro pela casa do IMS-RJ e a própria foto da Avenida Central feita por Ferrez. Todos podem ser vistos nos cardboards, espécie de óculos que permite enxergar imagens com realidade aumentada e que são comprados pela internet.

Além das fotografias e exposições do IMS, o Google Arts & Culture também botou no ar dia 29 acervos de outras sete instituições e coleções cariocas: Santuário Cristo Redentor, Secretaria de Conservação Rio, Museu do Amanhã, Museu de Arte Moderna, Theatro Municipal, Ziraldo e Instituto Elifas Andreato.
Fonte: ims.com.br

domingo, 24 de julho de 2016

Exposição projeto Clic@ar Itapina na UFES

Exposição traz à cena as memórias fotográficas de Itapina

O resultado do trabalho realizado pelo projeto “clic@r Itapina” - que promoveu uma oficina de educação patrimonial junto aos moradores do Sítio Histórico de Itapina, em Colatina - poderá ser visto na exposição itinerante “Uma Canoa chamada Lembrança”, que será lançada nesta segunda-feira (25), às 9 horas, na Biblioteca Central da UFES, campus de Goiabeiras.

A atividade é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa Archivum, com a coordenação dos arquivistas André Malverdes e Anderson Gomes Barbosa e conta com o apoio do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo (APEES) e recursos do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (Funcultura). O intuito foi produzir e identificar fotografias nos acervos particulares para compor e preservar a memória local.


Uma canoa chamada Lembrança

O resgate e a análise da imagem visual permitem rememorar pessoas e momentos. A fotografia que dá nome à exposição, por exemplo, mostra uma moça, Adélia, apoiada em uma canoa de nome “Lembrança”, com um menino ao fundo, chamado Jaime. Momento simbólico do cotidiano, escolhido por representar a atuação das imagens na vida humana, que é trazer à cena o passado e as suas significações. A ação em Itapina, que também envolveu palestras, cursos teóricos e aulas práticas, visou a contribuir para a divulgação dessas recordações na comunidade e também nos espaços virtuais, fortalecendo a identidade patrimonial, natural e cultural.   

Projeto colaborativo

Quem possuir documentos e imagens que permitam contar a história de Itapina pode atuar como colaborador do projeto, por meio da cessão dos originais ou de cópias digitalizadas.  Para informações e orientações sobre propostas de doação, deve entrar em contato no e-mail andufes@yahoo.com.br ou no telefone (27) 99700 2933.     

Mais informações:



sábado, 9 de julho de 2016

ICA-AtoM do Arquivo Público do Estado de São Paulo

O ICA-AtoM é um software livre criado por iniciativa do Conselho Internacional de Arquivos (CIA) para descrição de documentos arquivísticos. Ele foi desenvolvido com o objetivo de proporcionar uma ferramenta gratuita e de fácil manejo às entidades custodiadoras espalhadas pelo mundo, visando à divulgação e disponibilização de seus acervos na internet.

Com ele, o Arquivo Público do Estado de São Paulo cumpre uma de suas mais importantes missões: facilitar o acesso aos fundos documentais sob sua guarda, devidamente descritos e organizados em conformidade com as normas internacionais (ISAD (G), ISAAR e ISDF). Através do ICA-AtoM, o pesquisador tem uma visão geral do fundo, do seu conteúdo, da sua forma de arranjo e do contexto em que a sua documentação foi gerada, podendo pesquisar, imprimir relatórios, realizar buscas e cruzar informações, descontraidamente em casa ou no ambiente que preferir, e no horário que escolher. Com esse software, o Arquivo do Estado oferece mais um serviço aos seus consulentes, colocando-se ao lado de 250 instituições nacionais e internacionais que aderiram a esta plataforma inovadora.

http://icaatom.arquivoestado.sp.gov.br/ica-atom/index.php/secretaria-dos-transportes-of-13-83-s-i;isad

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Seminário do Cem Anos de Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo

O seminário ocorrerá entre os dias 14 e 16 de junho, no Auditório do Prédio IC-II do CCHN - UFES

Em 1916, intelectuais capixabas criaram a centenária casa da memória do Espírito Santo. A instituição, com caráter associativo, reúne desde aquela data intelectuais com formação diversas com produção sobre História, Geografia, Patrimônio, Memória, e assuntos afins.

O IHGES resolveu incluir entre as comemorações desta efeméride um seminário acadêmico sobre temas relacionados à história desse centenário, de modo a reunir diversos associados vinculados a instituições do ensino superior e alunos da graduação de História.

O Programa de Pós-Graduação em História - PPGHIS, o Laboratório de História, Poder e Linguagens e o Laboratório de Teoria da História e História da Historiografia firmaram parceira com o IHGES com o objetivo de sediar recepcionar nas instalações da Universidade Federal do Espírito Santo o evento.

As inscrições para ouvintes poderão ser realizadas AQUI.

PROGRAMAÇÃO

DIA 14/06 – TERÇA-FEIRA

14/06 ABERTURA: Desvendando os documentos por meio da Paleografia
Palestrante: Livre Docente João Eurípedes Franklin Leal (UNIRIO)
Coordenador da Mesa: Presidente do IHGES – Getúlio Neves
Horário: 9 horas
Local: Auditório do CCHN

14/06 - Mesa Redonda: Escravização e liberdade no Espírito Santo do Oitocentos
Palestrantes: Ms Michel dal Col (UNIRIO - IHGES)
                         Ms Thiara Bernardo Dutra (UFES)
                         Ms Rafaela Domingos Lago (UFES)
Mediadora: Dra. Patrícia Maria da Silva Merlo (UFES - IHGES)
Horário: 14h – 16h
Local: Auditório do CCHN

14/06 - Local: Auditório do CCHN
Mesa Redonda: Doenças e políticas de saúde no Espírito Santo do Oitocentos
Palestrantes:    Dr. Sebastião Pimentel Franco (UFES - IHGES)
                            Dr. André Luís Lima Nogueira (UFES - IHGES)
                            Dr. Sérgio Luiz Marlow (UFES)
Mediadora: Ms Regina Hees (UFES - IHGES)
Horário: 16h – 18h
Local: Auditório do CCHN

DIA 15/06 – QUARTA-FEIRA

15/06 – Mesa Redonda: República e republicanismos no Espírito Santo

Palestrantes:    Dr. João Gualberto Moreira Vasconcellos (SECULT - IHGES)
                            Dr. Aldieres Braz Amorim Caprini (IFES - IHGES)
                           Ms. Fernando Achiamé (UFES – IHGES)
                           Mediadora: Ms Karulliny Siqueira Vianna (SABERES - IHGES)
Horário: 10h – 12h
Local: Auditório do CCHN

15/6 – Mesa Redonda: Povoamento e descaminhos da colônia do Espírito Santo.
Palestrantes:     Dr. Estilaque Ferreira (UFES – IHGES)
                             Prof. Luiz Guilherme Santos Neves (UFES – IHGES)
                             Ms Fábio Paiva Reis (IHGES)
Mediador: IHGES
Horário: 14h – 16h

15/6 – Mesa Redonda: Ditadura e repressão no Espírito Santo
Palestrantes:     Dr. Pedro Ernesto Fagundes  (UFES)
                             Dr. Uéber de Oliveira (UFES - IHGES)
                             Dr. Valter Pires Pereira (UFES)
                             Mediador: Ms. Namy Chequer (IHGES)
Horário: 16h – 18h
Local: Auditório do CCHN

DIA 16/06 – QUINTA-FEIRA

16/06 – Mesa Redonda: Revista do IHGES e as Revistas do ES
Palestrantes:     Dra. Letícia Pedruzzi Fonseca (UFES)
                             Dr. Júlio Cesar Bentivoglio  (UFES - IHGES)
                             Mestrando Bruno César Nascimento  (UFES - IHGES)
                             Mediador: Bacharel Paulo Stuck Moraes (IHGES)
Horário: 10h – 12h
Local: Auditório do CCHN

16/06  – Mesa Redonda: Imagens do ES
Palestrantes:     Dr. André Malverdes (UFES - IHGES)
                            Bacharel Cilmar Franceschetto (APEES)
                             Ms Cíntia Moreira da Costa (UFES)
                            Mediador: Vinicius Muline dos Santos (IHGES)
Horário: 14h – 16h
Local: Auditório do CCHN

16/06 – Encerramento
Palestrantes:  Diretoria do IHGES
Horário: 16h

Local: Auditório do CCHN

domingo, 29 de maio de 2016

Exposição “Uma canoa chamada lembrança"


Exposição “Uma canoa chamada lembrança” traz à cena as memórias fotográficas de Itapina

O resultado do trabalho realizado pelo projeto “clic@r Itapina” - que promoveu uma oficina de educação patrimonial junto aos moradores do distrito, em Colatina - poderá ser visto na exposição itinerante “Uma Canoa chamada Lembrança”, que será lançada nesta quinta-feira (25), às 16 horas, no Museu Vírginia Tamanini. A atividade é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa Archivum, com a coordenação dos arquivistas André Malverdes e Anderson Gomes Barbosa e conta com o apoio do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo (APEES) e recursos do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (Funcultura). O intuito foi produzir e identificar fotografias nos acervos particulares para compor e preservar a memória local.

Uma canoa chamada esperança

O resgate e a análise da imagem visual permitem rememorar pessoas e momentos. A fotografia que dá nome à exposição, por exemplo, mostra uma moça, Adélia, apoiada em uma canoa de nome “Lembrança”, com um menino ao fundo, chamado Jaime. Momento simbólico do cotidiano, escolhido por representar a atuação das imagens na vida humana, que é trazer à cena o passado e as suas significações. A ação em Itapina, que também envolveu palestras, cursos teóricos e aulas práticas, visou a contribuir para a divulgação dessas recordações na comunidade e também nos espaços virtuais, fortalecendo a identidade patrimonial, natural e cultural.   


Projeto colaborativo

Quem possuir documentos e imagens que permitam contar a história de Itapina pode atuar como colaborador do projeto, por meio da cessão dos originais ou de cópias digitalizadas.  Para informações e orientações sobre propostas de doação, deve-se entrar em contato no e-mail andufes@yahoo.com.br ou no telefone (27) 99700 2933.     




Itinerário da Exposição

A Mostra permanecerá no Museu Virgínia Tamanini até 29 de maio. Após, seguirá para a Escola Municipal Maria Ortiz dos dias 30 de maio a 10 de junho. A Casa de Cultura de Colatina será o próximo espaço contemplado, no período de 13 de junho a 22 de julho. A exposição se encerrará na Biblioteca Central da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) de 25 de julho a 9 de setembro.








quinta-feira, 5 de maio de 2016

Exposição Itinerante Ministério Público Estadual

Fotografias que contam a trajetória do Ministério Público do Estado estão em exposição na Sala de Consultas "Renato Pacheco" do Arquivo Público. A Mostra segue até o dia 03 de junho.