quinta-feira, 25 de maio de 2017

Atividade Descrição Arquivística 2017/1

Atividades: 

Alunos da disciplina de descrição. Chegou a hora de elaborarmos nossos produtos.

1) Com o material elaborado até aqui faça a descrição do acervo e preencha adequadamente os elementos de descrição. Não esqueça de em casos de dúvidas consultar as normas.

2) Elabore um instrumento de pesquisa a partir do acervo trabalhado pelo grupo. Antes de definir o instrumento de pesquisa não esqueçam de verificar os diferentes tipos e que os mesmos se definem em função da menor ou maior profundidade desejada na descrição dos níveis da classificação arquivística.

3) Realize uma edição do instrumento de pesquisa elaborado.

Prazo para postagem do link do instrumento de pesquisa nos comentários: 20 de junho de 2017.

Apresentação do instrumento de pesquisa (obrigatório): 21 de junho de 2017.


Valor: 2,0 pontos.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Atividade Legislação Arquivística 2017/1

ATIVIDADE DECRETO MUNICIPAL

Postar a atividade conforme os prazos abaixo:

1) Nome completo dos componentes do grupo.

2) Município escolhido para a elaboração da atividade. (POSTAR OS ITENS 1 E 2 ATÉ 30/05/2017 (terça-feira).

3) Postar o link para o material referente ao decreto conforme orientações abaixo ATÉ O DIA 13/06/2017 (terça-feira) 

  • ATENÇÃO: NÃO PODE ESCOLHER O MUNICÍPIO QUE JÁ FOI POSTADO PELO OUTRO GRUPO.
  • GRUPO DE NO MÁXIMO 4 (QUATRO) COMPONENTES. SEM EXCEÇÃO!

ORIENTAÇÕES 

Considerando a RESOLUÇÃO Nº 27, DE 16 DE JUNHO DE 2008, que dispõe sobre o dever do Poder Público, no âmbito dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, de criar e manter Arquivos Públicos, na sua específica esfera de competência, para promover a gestão, a guarda e a preservação de documentos arquivísticos e a disseminação das informações neles contidas.

Em particular o artigo 5º, que diz:
“Pela lei específica de arquivos, referida no caput do art. 1º, a ser editada pelo Poder Público, no âmbito dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, deverá ser criado um sistema de arquivos que contemple programa de gestão de documentos de arquivo, o qual poderá englobar uma ou mais esferas dos Poderes constituídos, tendo o Arquivo Público de seu âmbito como órgão central, integrado ao Sistema Nacional de Arquivos – SINAR, conforme art. 12 do Decreto Federal nº 4.073, 3 de janeiro de 2002.”

O grupo deve realizar a seguinte atividade:

1) Elaborar um decreto (ou mais de um) estabelecendo um SISTEMA MUNICIPAL DE ARQUIVO (com o município pelo grupo). Considere que o arquivo já está contemplado, na forma da lei, na estrutura organizacional (Arquivo Geral do Município) da instituição pública e ligada a Secretaria Municipal de Administração.

Os decretos deverão contemplar obrigatoriamente (no mínimo):

I – Mecanismos para a elaboração e aplicação de plano de classificação de documentos para as atividades-meio, em consonância com as diretrizes do CONARQ e determinação para a concepção de um plano de classificação relativo às atividades finalísticas dos órgãos e entidades de seu âmbito de atuação.

II – Estratégias para a elaboração e aplicação de tabelas de temporalidade e destinação de documentos para as atividades-meio, em consonância com as diretrizes do CONARQ e determinação para a concepção das tabelas de temporalidade e destinação de documentos relativas às atividades finalísticas dos órgãos e entidades do seu âmbito de atuação.

III - A instituição de um Sistema Municipal de Arquivos (obs: não deixem de elaborar um nome e uma sigla para o sistema).

IV - A criação das Comissões de Avaliação de Arquivos (Central e Setoriais) e suas respectivas competências.

V - Normas para avaliação, preservação e eliminação de documentos públicos.


  • PRAZO PARA POSTAGEM DO(S) DECRETO(S): 13/06/2017 (TERÇA).

  • VALOR DA ATIVIDADE: 2,0 PONTOS (PARTICIPAÇÃO).

  • APRESENTAÇÃO DOS DECRETOS 14/06/2017(QUARTA). O GRUPO QUE NÃO REALIZAR A APRESENTAÇÃO TERÁ APENAS 1,0 PONTO DA ATIVIDADE.

domingo, 14 de maio de 2017

Atividade Legislação Arquivística 2017/1

ATIVIDADE PROPOSTA COMERCIAL DE CONSULTORIA



Data de entrega e apresentação: 23/05/2017.

Número de participantes: no máximo 4 (quatro) componentes.

Valor: 2,0 pontos

Forma de entrega: Postar nos comentários até às 18 horas do dia 23/05/2017.

A Consultoria Arquivística realiza Visitas Técnicas, Treinamento Arquivísitico e Acompanhamento Arquivístico, essas atividades visam auxiliar os servidores a realizar o tratamento arquivístico na documentação de sua unidade setorial. Elaborem uma proposta comercial conforme o edital abaixo.

EDITAL FICTÍCIO VISANDO ATIVIDADE PRÁTICA DA DISCIPLINA LEGISLAÇÃO ARQUIVÍSTICA 2017/1 – DEPARTAMENTO DE ARQUIVOLOGIA UFES

Quesitos obrigatórios da empresa:

Especialista em Arquivologia (no mínimo 1) – Formação Acadêmica: Curso superior completo em Arquivologia com diploma reconhecido pelo Ministério da Educação e registro no Ministério do Trabalho.

Qualificação – Experiência mínima de 2 (dois) anos em organização de arquivos, compatíveis com os objetivos do termo de referência.

Atribuições – Todo trabalho arquivístico é pautado em teorias, princípios, métodos e na legislação para a garantia da cidadania e da transparência do Estado. Uma gestão eficiente está diretamente relacionada ao direito de acesso à informação que é garantido pela Constituição Federal do Brasil, segundo a qual: “Cabe à administração pública, na forma da lei, a gestão da documentação governamental e as providências para franquear sua consulta a quantos dela necessitem” (BRASIL, Constituição, 1988, Art. 216, § 2º).


Objeto –Elaboração da legislação arquivística visando a padronização e aperfeiçoamento do SIARQ UFES com no mínimo: Resolução que determina a criação de  Comissões  de Avaliação de Documentos de Arquivo; Resolução de normas para avaliação, preservação e eliminação de documentos públicos; Resolução para avaliação da massa documental acumulada e procedimentos para transferência, recolhimento e eliminação; Resolução para gestão, preservação e acesso a documentos digitais; Treinamento.


MODELO PROPOSTA COMERCIAL – PROF. ANDRE MALVERDES

1 - Dados da consultoria

Breve descrição da organização da empresa de consultoria e os serviços prestados. (Ex.: Empresa de consultoria que atua há 12 anos na prestação de serviços especializados em gestão financeira e análise de projetos de investimentos...).
  
2 – Objeto da prestação de serviço

Descrever brevemente a necessidade a empresa (diagnóstico do objeto da consultoria), ou seja, o problema a ser tratado e como a empresa acredita que as necessidades do cliente poderão ser atendidas.

3 – Regime de execução

Detalhar como a empresa de consultoria pretende executar o projeto. Explicitar:
a)   As intervenções previstas (aplicação de questionários e entrevista para diagnóstico – como e para quem, observação e espaço necessário)
b)   Público envolvido e beneficiado
c)    Os objetivos e resultados esperados (benefícios do projeto)
d)   Detalhamento das fases ou etapas do projeto e profissionais envolvidos na sua realização
e)   Descrever recursos necessários da empresa para poder executar o projeto (disponibilização de informações, profissionais ou serviços externos, etc)
f)     Produtos finais a serem entregues pela consultoria (formato, condições de entrega e prazos)


4 – Metodologia

Incluir a metodologia a ser empregada

5 – Plano de Ação

Inserir o detalhamento das atividades previstas (por exemplo, entrevistas com profissionais da empresa, etc). Descrever cada uma das fases e previsão do tempo necessário para cada uma delas
Se possível, incluir cronograma de atividades e atribuições, produtos finais de cada fase e prazos. Deve fornecer um retrato completo da execução do projeto (Quem, Quando, Como, Recursos, Verba).


6 – Equipe de Consultores

Listar todos os participantes do projeto
Nome completo e Email.


7 – Investimento

Valor de cada produto (ou cada etapa) e valor total.


8 – Condições de Pagamento

Descrever as condições de pagamento.


9 – Condições Gerais da Proposta


Validade da proposta, dados para elaboração de Contrato de Prestação de Serviços e tipos de serviços inclusos com seus respectivos prazos para execução. Em casos específicos, incluir Acordo de Confidencialidade.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Atividade Arranjo e Descrição 2017/1

Atividades: 
1) Apresentar o modelo da ficha de inventário a ser utilizado, incluindo os elementos de descrição da Norma Brasileira de Descrição Arquivística e outras informações que julgarem pertinentes ao projeto, com manual explicativo, elaborado e assinado por profissional especializado. 

2) Apresentar a classificação do acervo de acordo com o modelo de nível de descrição da Nobrade. 

3) Descrever o nível 1 do acervo (fundo ou coleção).

Prazo: 17 de maio de 2017.

Forma de entrega: Postar nos comentários

Valor: 1,0 ponto.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Atividade Arranjo e Descrição 2017/1

Utilizando a ferramenta dos 4Q1POC elaborem uma proposta comercial do grupo para a atividade de descrição do acervo. 

Prazo: 03 de maio de 2017. 

Forma de entrega: Postar nos comentários

Valor: 1,0 ponto.


* (O quê) Apresentem a proposta dos produtos do serviço (no mínimo 3) lembrando que tem que associar com a disciplina de descrição arquivística.

* (Por Que) Justifiquem a importância da execução do serviço;

* (Onde) Apresentem quem é o seu público alvo e a região que se pretende atingir; especifiquem onde serão realizados os trabalhos.

* (Como) Apresentem as etapas necessárias para a elaboração dos produtos e seus respectivos responsáveis;

* (Quando) Elaborem as etapas e o prazo para cada uma delas indicando o responsável;

* (Quem) Nome e e-mail dos componentes dos grupos (máximo 4 componentes); indique um líder para ser responsável pela atividade;


* (Quanto) Façam um orçamento para a proposta comercial;


quarta-feira, 26 de abril de 2017

Atividade Arranjo e Descrição 2017/1

Postar até 02/05/2017: 
a) nome do grupo (indicando o coordenador);
b) nome da empresa criada;
c) acervo a ser trabalhado (definindo se o mesmo é um fundo ou coleção).


Valor: 1,0 ponto.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Atividade Arranjo e Descrição 2017/1


Atividade: Elaborar imagem do conceito “organicidade” e postar no grupo do Facebook/Arquivística Ufes até o dia 18 de abril de 2017, às 18:00 hs. com os seguintes descritores:

Para acessar o grupo no facebook clique AQUI

Valor: 1,0 pontos.

IDENTIFICAÇÃO :
1.1. IDENTIFICADOR (ano+nº do conceito+ iniciais do autor+nome do conceito+nº da foto) ex: 2014-03 AM Cultura 01
1.2. AUTOR (Nome completo) ex: André Malverdes
1.3. TÍTULO (livre elaborado pelo autor). Ex.: “imaginando a cultura de Itapina”.
1.4. DATA (da criação da foto formato dd/abrev/aaaa) ex: 18/jan/2012
1.5. CIDADE/LOCAL (da criação da foto) ex: Vitória/Ufes

DESCRIÇÃO DO CONTEÚDO
2.1. LEGENDA informativa da foto (texto sobre o conteúdo da imagem) ex: "conjunto de materiais de escritório separados por seus tipos (...)".

BUSCADORES DE CONTEÚDO: Indique apenas o que está na foto. Descritores separados por vírgulas (,).
3.1. DESCRITORES ONOMÁSTICOS (Pessoa/s nome/s, sobrenome/ s, apelido/s) somente quando evidentes.
3.2. DESCRITORES TEMÁTICOS (asuntos e temas) são elementos abstratos.
3.3. DESCRITORES VISUAIS (elementos concretos presentes no primeiro plano da imagem).

O autor ao postar as fotos cede todos os direitos para fins educativos e culturais com uso não comercial.

domingo, 2 de abril de 2017

Relatório Final Comissão da Verdade -- UFES

A Comissão da Verdade da Ufes (CVUfes) realizou nesta sexta-feira, 31, a entrega solene do relatório final sobre os fatos ocorridos na Universidade ou que envolveram estudantes, professores e servidores da instituição, durante o período da ditadura militar.

Além do lançamento do relatório impresso, a CVUfes disponibilizou o conteúdo do Relatório Final em formato digital. Para acessar, clique aqui.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Sistema Nacional de Arquivos - SINAR

O art. 26 da Lei nº 8.159/91, não só criou o Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ como institui também o Sistema Nacional de Arquivos - SINAR, cuja competência, organização e funcionamento estão regulamentados pelo Decreto nº 4.073, de 3 de janeiro de 2002.

De acordo com esse dispositivo legal, o SINAR tem por finalidade implementar a política nacional de arquivos públicos e privados, visando à gestão, à preservação, e ao acesso aos documentos de arquivo.
Integram o SINAR, que tem como órgão central o CONARQ:


segunda-feira, 27 de março de 2017

Atividade Arranjo e Descrição 2017/1

Texto para leitura e estudo dirigido:

CAPÍTULO 3 – O PRÍNCÍPIO DA PROVENIÊNCIA E O FUNDO DE ARQUIVO. In: COUTURE, Carol. ROUSSEAU, Jean-Yves.  Os fundamentos da disciplina arquivística. Tradução de Magda Bigotte de Figueiredo e Pedro Penteado. Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1998.

• O texto está disponibilizado exclusivamente para o uso didático na disciplina de Arranjo e Descrição. Para acessar o texto clique AQUI.


ESTUDO DIRIGIDO

1.    Explique o princípio da proveniência no que diz respeito a sua criação e evolução.

2.    Defina o princípio da proveniência. Explique os dois graus do princípio da proveniência.

3.    Quais as vantagens da aplicação do princípio da proveniência e sua importância para a Arquivologia.

4.    Explique o principio da territorialidade e o princípio da proveniência territorial.

5.     Defina o fundo de arquivo e os critérios para sua existência.

6.    Disserte sobre a seguinte frase: “princípio da proveniência, é mais fácil enunciá-lo do que defini-lo e defini-lo do que aplicá-lo” (Duchein).

VALOR: 1,0 PONTO.

PRAZO: 04/04/2017, às 17:59.

TRABALHO INDIVIDUAL!


POSTAR NOS COMENTÁRIOS: NOME COMPLETO+ESTUDO DIRIGIDO.

domingo, 26 de março de 2017

Atividade Legislação Arquivística 2017/1

Texto para leitura e estudo dirigido:

INDOLFO, A. O acesso às informações públicas: retrocessos e avanços da legislação brasileira. Informação Arquivística, Local de publicação (editar no plugin de tradução o arquivo da citação ABNT), 2, jun. 2013.



ESTUDO DIRIGIDO

1.    Disserte sobre a relação entre o acesso à informação e a conquista dos direitos humanos.

2.    Explique as contribuições da Constituição Federal de 1988 e a Lei de Arquivos para as políticas públicas da informação no Brasil.

 3.    Quais os retrocessos e avanços do acesso às informações públicas apontados pelo autor.

4.    Disserte sobre a Lei de Acesso a Informações e seu impacto nos serviços arquivísticos públicos.


VALOR: 1,0 PONTO.

PRAZO: 04/04/2017, às 17:59.

TRABALHO INDIVIDUAL!

POSTAR NOS COMENTÁRIOS: NOME COMPLETO+ESTUDO DIRIGIDO.



quarta-feira, 1 de março de 2017

Guia de Fomento da Cultura

Uma questão recorrente entre os artistas e produtores culturais é como e onde captar recursos para tirar o projeto cultural do papel. Pensando nisso, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) acaba de lançar uma plataforma online que reúne fontes de financiamento vindas de instituições públicas federais, estaduais e municipais, instituições privadas espalhadas por todo o território nacional, além de formas de financiamento coletivo.



Para acessar o guia, basta entrar no site



Intitulado como ‘Guia de Fomento e Financiamento da Cultura’, o site é uma espécie de filtro com informações atualizadas sobre editais abertos, de instituições como o Banestes, Banco de desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes), Banco do Brasil, Caixa Cultural, Vale, Instituto Unimed, Itaú Cultural, além de Lei Rouanet de Incentivo à Cultura e Ministério da Cultura, Lei Chico Prego, Lei bananeira entre outras.

Quer investir em um projeto?


Além de informações sobre editais abertos, o Guia de Fomento da Cultura conta com o Guia do Investidor, que tem o objetivo de difundir junto ao empresariado as formas de investimento em cultura, além dos mecanismos de incentivo fiscal disponíveis.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Ferrez em Gigapixel

Os espetaculares registros do Rio de Janeiro feitos por Marc Ferrez no século XIX e início do XX constituem um impressionante documento sobre a cidade. Ruas, personagens, grandes paisagens, nada escapou das lentes do fotógrafo, cujo acervo pertence ao Instituto Moreira Salles. Por isso, a possibilidade de descobrir em cada imagem um detalhe até então impossível de se ver a olho nu significa fazer uma incrível viagem no tempo e na História. É o que o público poderá experimentar no site e no aplicativo do Google Arts & Culture, projeto do Instituto Cultural do Google feito em parceria com diversas instituições ao redor do mundo, que disponibilizará em poucas semanas na plataforma mais 45 fotos de Ferrez – e não apenas do Rio de Janeiro. Elas vão se somar a outras dezenas do fotógrafo já disponibilizadas na coleção pelo IMS, mas com uma grande diferença: estas foram digitalizadas pelo projeto ArtCamera, do Google, que desenvolveu uma câmera de última geração capaz de registrar imagens em gigapixel, compostas por mais de um bilhão de pixels, aumentando incrivelmente sua resolução.

Equipe do Google digitalizando fotografias de Marc Ferrez
O ArtCamera foi projetado inicialmente para digitalizar pinturas. A primeira exceção foi aberta justamente para o acervo fotográfico do IMS, e a primeira obra digitalizada pelo projeto foi uma imagem da Avenida Central, feita por Ferrez em torno de 1910, já disponível no site desde o final de 2013. É possível passear pelos detalhes de toda a imagem e perceber, por exemplo, com impressionante nitidez, no canto direito inferior da fotografia, a expressão de franco entusiasmo e alvoroço de um grupo de rapazes ao ver passar uma jovem com as canelas descobertas. Sem a altíssima resolução, a cena tão simples, mas tão reveladora de uma época seria apenas parte do cenário. Entre as fotos que ainda chegarão à plataforma há uma bela imagem de trabalhadores no terreiro da fazenda Monte Café, em Sapucaia (RJ), poucos anos depois da abolição da escravidão, e outra da construção do Porto de Santos, em 1880.

A captura de cada imagem pode durar entre cinco minutos e uma hora, dependendo do tamanho da obra, explica o fotógrafo Olegário Schmitt, que trabalhou na digitalização dos negativos de vidro de Ferrez. A câmera é acionada e calibrada por softwares desenvolvidos pelo Google. “É como se cada imagem comportasse outras 80 de alta resolução”, diz ele. O foco é garantido por laser e sonar que usam alta freqüência de som para medir a distância em relação à imagem.
 “Apesar da riqueza de detalhes, o time do Google criou um sistema simples de ser utilizado, que permite fotografar pinturas com ultrarresolução em no máximo uma hora”, detalha Liudmila Kobyakova, program manager do Instituto Cultural do Google no Brasil, lembrando que, além do IMS, a ArtCamera foi utilizada por outras instituições no país como Pinacoteca, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu Afro Brasil, Inhotim, Centro Cultural São Paulo, Casa Guilherme de Almeida e o cartunista Ziraldo. 
Porto de Santos, uma das fotos de Marc Ferrez disponíveis em breve em gigapixel 
As fotografias de Ferrez digitalizadas pela ArtCamera só serão integradas à plataforma mais adiante, mas desde o dia 29 de julho quatro novas exposições virtuais se juntaram às outras oito compostas pelo acervo do IMS (totalizando 352 imagens) no Google Arts & Culture. São duas mostras sobre o Corcovado (uma registrando o morro antes e a outra depois da chegada do Cristo Redentor); Modernidades fotográficas (em cartaz no IMS-RJ) e O paço, a praça e o morro, que ocupa o Paço Imperial até o dia 28 de agosto. Um tourvirtual pela exposição Modernidades fotográficas também está disponível no site. No aplicativo do projeto, além do tour virtual pela exposição, há outro pela casa do IMS-RJ e a própria foto da Avenida Central feita por Ferrez. Todos podem ser vistos nos cardboards, espécie de óculos que permite enxergar imagens com realidade aumentada e que são comprados pela internet.

Além das fotografias e exposições do IMS, o Google Arts & Culture também botou no ar dia 29 acervos de outras sete instituições e coleções cariocas: Santuário Cristo Redentor, Secretaria de Conservação Rio, Museu do Amanhã, Museu de Arte Moderna, Theatro Municipal, Ziraldo e Instituto Elifas Andreato.
Fonte: ims.com.br

domingo, 24 de julho de 2016

Exposição projeto Clic@ar Itapina na UFES

Exposição traz à cena as memórias fotográficas de Itapina

O resultado do trabalho realizado pelo projeto “clic@r Itapina” - que promoveu uma oficina de educação patrimonial junto aos moradores do Sítio Histórico de Itapina, em Colatina - poderá ser visto na exposição itinerante “Uma Canoa chamada Lembrança”, que será lançada nesta segunda-feira (25), às 9 horas, na Biblioteca Central da UFES, campus de Goiabeiras.

A atividade é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa Archivum, com a coordenação dos arquivistas André Malverdes e Anderson Gomes Barbosa e conta com o apoio do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo (APEES) e recursos do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (Funcultura). O intuito foi produzir e identificar fotografias nos acervos particulares para compor e preservar a memória local.


Uma canoa chamada Lembrança

O resgate e a análise da imagem visual permitem rememorar pessoas e momentos. A fotografia que dá nome à exposição, por exemplo, mostra uma moça, Adélia, apoiada em uma canoa de nome “Lembrança”, com um menino ao fundo, chamado Jaime. Momento simbólico do cotidiano, escolhido por representar a atuação das imagens na vida humana, que é trazer à cena o passado e as suas significações. A ação em Itapina, que também envolveu palestras, cursos teóricos e aulas práticas, visou a contribuir para a divulgação dessas recordações na comunidade e também nos espaços virtuais, fortalecendo a identidade patrimonial, natural e cultural.   

Projeto colaborativo

Quem possuir documentos e imagens que permitam contar a história de Itapina pode atuar como colaborador do projeto, por meio da cessão dos originais ou de cópias digitalizadas.  Para informações e orientações sobre propostas de doação, deve entrar em contato no e-mail andufes@yahoo.com.br ou no telefone (27) 99700 2933.     

Mais informações: